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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
ansiolíticos naturais
Para combater os males da mente, os médicos costumam receitar remédios como osansiolíticos, que barram a ansiedade e ajudam a tratar certos tipos de depressão. O perigo é o exagero na hora de recomendar esse tipo de tratamento: entre 2006 e 2010, a venda dos famosos tarja preta aumentou 36% no Brasil. "A população está mais estressada, mas isso não significa que haja necessidade de prescrever mais ansiolíticos", pondera o psicobiólogo Ricardo Tabach, da Universidade Federal de São Paulo. "Só que o próprio paciente costuma pedir o remédio como solução para todos os problemas", lamenta Freire.
Como alternativa para esse uso excessivo, que pode causar sérios efeitos colaterais e até dependência, alguns apontam para os fitoterápicos, que são feitos com plantas e agem de forma semelhante às drogas sintéticas. Quem nunca ouviu o conselho de tomar chá de camomila para se acalmar? A sabedoria popular indica há tempos algumas ervas como saída para o estresse.
Entenda os fitoterápicos
No entanto, vale esclarecer uma confusão corriqueira. "Os fitoterápicos, como todo medicamento, passam por uma série de pesquisas para comprovar sua eficácia. Já as plantas medicinais podem ser usadas de outras maneiras, no preparo de chás", diferencia o professor de farmacologia Hudson Canabrava, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. E nem todos os remédios naturais já caíram nas graças dos cientistas. É preciso conhecê-los bem antes de correr até a farmácia fitoterápica mais próxima.
Na hora de comprar fitoterápicos, procure ficar atento ao rótulo do produto. Nele, há o número de registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. "Para ser registrado, o remédio deve passar por testes que comprovam sua eficácia, segurança e qualidade", esclarece Mônica Soares, especialista em regulação de fitoterápicos da Anvisa.
Os tratamentos
O trio passiflora, valeriana e erva-de-são-joão é bastante utilizado pela indústria farmacêutica em fórmulas que tratam casos de depressão leve a moderada. "As três plantas contêm substâncias que atuam nos neurônios e diminuem a atividade do sistema nervoso, relaxando o indivíduo", explica Ricardo Tabach. "A principal vantagem em relação ao ansiolítico é o fato de a concentração dos princípios ativos ser menor e misturada a outros compostos, o que abaixa o risco de efeitos colaterais e dependência", expõe o doutor em farmacologia João Batista Calixto, pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.
"Os resultados do tratamento à base de fitoterápicos demoram mais para aparecer, mas seus efeitos adversos são muito menos agressivos", completa Hudson Canabrava. Se as crises não são graves, os chás podem ser uma aposta certeira. "Os princípios ativos estão presentes de maneira mais branda, o que reduz a probabilidade de complicações", atesta Tabach. Busque comprá-los em farmácias de confiança e conferir no rótulo o nome científico da planta.
E, mesmo sendo de origem natural, os fitoterápicos devem ser consumidos com cautela. Um dos principais perigos é a interação medicamentosa, que pode anular ou até potencializar drogas que estejam sendo tomadas paralelamente. "As plantas possuem milhares de substâncias químicas capazes de reagir de maneira indesejada com medicamentos alopáticos comuns. A passiflora, por exemplo, que é um calmante suave, causa sonolência excessiva se combinada com outros remédios", adverte Canabrava. Não caia no engano de pensar que as plantas são inofensivas. A orientação médica é indispensável. Sempre.
5 plantas que tranquilizam - e têm o aval da ciência!
1. Melissa: também conhecida como erva-cidreira, tem óleos essenciais que acalmam levemente
Formas de consumo: seu chá é o mais popular
2. Camomila (Matricaria recutita): esse tipo de camomila tem efeito calmante
Formas de consumo: é bastante difundida. Suas folhas e flores são empregadas em infusões
3. Erva-de-são-joão (Hypericum perforatum): é a mais eficiente para combater a depressão
Formas de consumo: usada na produção de medicamentos, ela só pode ser comprada com receita médica
4. Passiflora (Passiflora incarnata): essa espécie de maracujá ajuda a controlar crises de ansiedade e depressão
Formas de consumo: além de chás, seu princípio ativo entra na fórmula de alguns medicamentos
5. Valeriana (Valeriana officinalis): suas propriedades são extraídas da raiz. Melhora o sono
Formas de consumo: é usada na produção de fitoterápicos e em chás e infusões, apesar do gosto amargo
domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
este é meu face quem precisar de ajuda add todos serao aceitos
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terça-feira, 30 de julho de 2013
Explicação de alguns sintomasSensações de sufocamento e falta de ar
Essas sensações estão entre os sintomas de ansiedade mais angustiantes. Você sente como se o seu peito não conseguisse se expandir para acomodar o ar que o corpo precisa, outras vezes sente como se alguém estivesse empurrando uma almofada no seu rosto. Não se preocupe. É apenas uma sensação causada por impulsos nervosos exagerados. Esses sintomas não vão prejudicá-lo, você não vai parar de respirar, desmaiar ou sufocar.
Coração acelerado, batimento cardíaco lento, palpitaçõesA ansiedade libera adrenalina na corrente sanguínea, fazendo o coração disparar e você sente como se estivessem faltando batimentos (palpitações). É algo perfeitamente natural. Não irá prejudicá-lo de forma alguma. Um batimento cardíaco lento é também uma característica comum de ansiedade, mas não significa que o seu coração parará de bater, embora se sinta estranho e alarmante. Não dê importância, pois a sensação ruim irá embora.
Nó na garganta e dificuldade para engolirPor vezes parece que você não consegue engolir nada. A sensação é causada pelos músculos na contração da garganta devido à ansiedade ou stress. É totalmente inofensivo e não irá fazer você parar de respirar, comer ou beber, é apenas muito desagradável.
Medo de morrer ou perder o controleNós todos temos medo de ficar loucos ou perder o controle, mas tenha certeza de que você não está enlouquecendo. Enlouquecer não é um ato consciente. Aqueles que sofrem de doenças mentais graves não têm conhecimento. Você não está enlouquecendo. São apenas mensagens nervosas que são enviadas para o cérebro através dos nervos cansados.
Dor no PeitoCausadas por tensão muscular. As dores no peito podem fazer você se sentir com muito medo. A primeira reação de qualquer pessoa com ansiedade que tenha dores no peito é que elas estão morrendo de um ataque cardíaco. Isso não é verdade, pois a dor no coração é muito diferente. A respiração profunda e o relaxamento são uma maneira muito eficaz de diminuir esses sintomas desagradáveis.
Branqueamento da peleComo o sangue é desviado para os músculos durante a "luta ou fuga", os vasos sanguíneos da pele que lhe dão a cor rosa, recebem redução do fluxo sanguíneo e a pele perde alguma da sua cor. Não é algo perigoso e irá voltar ao normal quando o corpo começar a se normalizar após um ataque. Algumas pessoas com ansiedade generalizada podem parecer um pouco pálidas na maioria das vezes, porém, isso é muito normal.
SudoreseA sudorese é uma reação normal do corpo e é projetada para reduzir a temperatura. Como o corpo aquece, o suor é liberado através de glândulas sudoríferas. Como o suor evapora, leva com ele o calor, resfriando o corpo. Durante os períodos de ansiedade o corpo está se preparando para qualquer fuga ou luta e libera o suor para esfriar os esforços iminentes.Agitação ou tremores (visível ou internamente)Nós todos trememos quando estamos nervosos ou com frio. A agitação é uma reação normal ao medo e / ou com uma queda na temperatura corporal. Ocorre quando os músculos espasmodicamente estão em contato criando atrito entre os músculos e outros tecidos do corpo. Esse atrito gera calor, que aumenta a temperatura corporal. Durante a ansiedade é normal experimentar agitação ou tremores.
Visão distorcida A fim de preparar o corpo para o perigo iminente, a liberação de adrenalina faz muitas mudanças físicas. Durante a resposta da ansiedade, o corpo prepara os olhos para detectar quaisquer movimentos leves, e faz isso dilatando as pupilas, permitindo assim maior entrada de luz. É por isso que as pessoas ansiosas ficam mais sensíveis à luz intensa e muitas vezes usam óculos escuros para minimizar o cansaço visual que provoca.
Dor no pescoço e ombros além de dormência na face ou na cabeçaSão os vasos sanguíneos e nervos que abastecem o rosto e a cabeça. Muitos desses nervos e vasos sanguíneos são encaminhados através da cabeça para o rosto. Quando o corpo está sob stress, essas áreas do corpo são geralmente as primeiras a ficarem tensas. Uma dormência na região facial pode ser muito perturbadora, mas geralmente não é nada para se preocupar. É geralmente o resultado dessa tensão.
Dores de cabeça e sensação de ter uma faixa apertada em volta da cabeçaComo discutido anteriormente, a tensão no pescoço e nos ombros pode causar imensos desconfortos como enxaquecas e dormência. A sensação de ter uma faixa apertada em torno de sua cabeça é causada pela tensão muscular na bainha dos músculos que cobrem a cabeça. Vasos sanguíneos e nervos restritos dentro desse tecido podem causar sintomas, incluindo dor nos olhos, face e dentes.
Dor nos olhosA redução de lubrificação nos olhos acontece quando os fluidos corporais são desviados para outra parte do corpo durante a ansiedade e faz com que os olhos sintam dor.
AgorafobiaA agorafobia é uma resposta natural à ansiedade e auto-preservação. Se nos sentimos ameaçados, tendemos a recuar para algum lugar seguro, como uma tartaruga na sua concha. Na ansiedade é importante para ganhar o controle desta resposta logo que você sente o desenvolvimento.
Fraqueza nos braços e formigueiro nas mãos ou pésA resposta de fuga ou luta é uma reação intensa e faz com que muitos sistemas do corpo reajam. A circulação do oxigênio do sangue e do dióxido de carbono faz alterar os níveis de tensão muscular. Todas essas mudanças corporais têm um efeito profundo nas sensações corporais, (braços, mãos, pernas ou nos pés).
Aumento da sensibilidade à luz, som, tato e olfatoTodas essas sensibilidades preparam os seus sentidos para ver, cheirar, ouvir quando se encontra em perigo iminente durante a resposta de luta ou fuga. Tudo isso é assustador, mas é apenas temporário.
DespersonalizaçãoEsses são os sintomas que afetam a maneira de como você está. A despersonalização é a sensação de que você e tudo ao seu redor não está real, como se estivesse vendo tudo através de uma névoa, sonho ou algum tipo de filtro. Foi notado que as pessoas experimentam despersonalização durante, depois ou antes do pânico.
Boca secaConforme os fluidos são desviadas para uso em outras partes do corpo durante a ansiedade, a boca fica seca. Beba água.
beijos lunna silva
quarta-feira, 3 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Síndrome do Pânico
A ansiedade é um estado emocional que faz parte da vida. Encontrar a pessoa por quem se está apaixonado causa ansiedade assim como a entrevista para um novo emprego. Antes de uma prova, por exemplo, esse estado de ânimo é produtivo, fazendo com que o estudante esteja alerta e preparado para o desafio.
Mas quando a ansiedade passa a afetar negativamente o dia-a-dia há um problema. Se alguém não consegue mais seguir sua rotina, seja no trabalho, na escola ou na vida social, pode estar sofrendo de um transtorno de ansiedade. A síndrome do pânico faz parte destes transtornos.
Muitas pessoas podem ter síndrome do pânico e não saberem por não reconhecerem os sintomas
“Muitas pessoas podem ter síndrome do pânico e não saberem por não reconhecerem os sintomas”, alerta Ana Luiza Lourenço Simões Camargo, psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
Primeiros sintomas
A síndrome é caracterizada pela sucessão repentina de crises de pânico. A sensação horrível trazida por esses episódios faz com que a pessoa altere sua rotina, com medo de que o processo possa se repetir. “Na prática, isso significa que alguém que teve uma crise enquanto dirigia, deixa de dirigir; se a crise foi crise no metrô, deixa de utilizar esse meio de transporte”, explica a psiquiatra.
As crises impedem que se leve uma vida normal. Há casos em que a pessoa deixa de sair de casa ou não sai mais sozinha. A lógica é a seguinte: passa-se a viver na expectativa de novas crises e busca-se estar em uma situação em que seja possível encontrar ajuda.“Quem sofre da síndrome do pânico tem a preocupação persistente de ter novos ataques”, diz a dra. Ana Luiza.
Durante a crise, que tem seu ápice em 10 minutos, pelo menos quatro dos seguintes sintomas se manifestam:
Palpitação
Taquicardia
Suor em excesso
Tremor
Náusea
Tontura
Sensação de não conseguir respirar
Medo de perder o controle
Medo de morrer
Mulheres x Homens
A síndrome se desenvolve principalmente em adultos jovens, por volta dos 25 anos; mas pessoas de qualquer idade podem apresentar o problema. As maiores vítimas são as mulheres, que recebem de duas a três vezes mais diagnósticos da síndrome do pânico que os homens.
Segundo a dra. Ana Luiza, ainda não há uma confirmação científica que relacione a maior incidência às mulheres. “Alguns casos no sexo masculino podem ser subdiagnosticados pelos homens buscarem menos auxílio”, analisa a psiquiatra.
Um estudo do National Comorbidity Survey (NCS), dos EUA, aponta que 71% das pessoas com síndrome do pânico são mulheres e apenas 29%, homens.
De onde vem?
Não há uma causa específica para a síndrome de pânico. Existem apenas algumas hipóteses. Uma delas trata dos fatores genéticos, uma vez que 35% dos familiares de primeiro grau de pacientes com transtorno de pânico também desenvolvem o problema.
Outra hipótese levantada é de que os portadores têm uma disfunção neurológica do sistema de alerta. “Quando passamos por alguma situação que causa medo, nosso sistema de alerta é acionado pelo cérebro. Quem sofre da síndrome pode ter uma disfunção nesse sistema e desencadear uma crise sem uma causa determinante”, pontua a psiquiatra.
Como cuidar
O tratamento para a síndrome do pânico inclui cuidar da doença em si e dos problemas que podem estar associados a ela como, por exemplo, a depressão. Os medicamentos mais utilizados são os antidepressivos e ansiolíticos, associados à psicoterapia. Essa junção costuma obter bons resultados.
“No tratamento, procuramos mostrar ao paciente que, por mais desconfortável que pareçam os ataques, ele não vai morrer por causa deles”, diz a dra. Ana Luiza. Com o tempo, os sintomas podem cessar completamente ou serem controlados, tornando-se mais leve. “Isso dependerá de cada paciente”, conclui.
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